O uso de paletes para estacionamentos

Um dos problemas mais costumeiros nas grandes cidades são referentes ao número de vagas que podem ser em estacionamentos. Regiões centrais, onde a movimentação de pessoas é alta, fica muito difícil de encontrar uma vaga para estacionar um carro. Vários especialistas do ramo de locomoção urbana afirmam que esse déficit é um dos vetores que impulsionam o não desenvolvimento de bairros localizados no centro de grandes cidades, pois a comodidade se torna mínima, perto de um ruído tão grande e desafiador como esse.

Várias cidades como São Paulo sofre diariamente com esse problema. Durante a semana é muito difícil encontrar vagas de estacionamento. A partir das 06h00 da manhã, a disputa fica intensa. Muitos bairros como Republica, Pedro Segundo e Santa Cecilia deixam de absorver uma clientela maior justamente por conta desse problema. A prefeitura da cidade busca saídas alternativas para diminuir esse ruído, mas grande parte deles não tem sucesso.

Dentre as atuações, uma das que mais ficam enraízas é o investimento pesado no transporte público. A cidade de São Paulo tem uma das maiores frotas de ônibus públicos do mundo. Contudo, tem poucos quilômetros de metro. Essa situação gera verdadeiros colapsos no transito local, afetando várias situações, principalmente no campo comercial. Os bairros do centro vêm sofrendo forte desvalorização imobiliária a quase 20 anos, justamente pela falta de investimento na região.

Com isso, a rentabilidade de muitas lojas fica comprometida, sendo obrigadas a fechar, afetando toda uma cadeia empregatícia e econômica. Segundo alguns índices, o centro de São Paulo vem sofrendo com uma queda assídua no número de habitantes e lojas desde os anos 90. Muitos ambientalistas dizem que uma das fontes mais seguras de trazer a velha áurea progressista para a região é justamente fazendo algumas intervenções urbanísticas, como a abertura de estacionamentos verticais.

Todavia, a falta de espaço se torna o grande vilão dessa vez. O índice demográfico do centro de São Paulo registra que 97% de sua região é tomada por construções verticais, sobrando apenas 3% de espaço, onde se localiza praças e outros lugares verdes. Mas algumas saídas estão sendo construídas nos últimos anos, visando diminuir esse impacto. Alguns engenheiros estão criando estacionamentos em formato de trilhos, onde a base para a colocação do automóvel é feita através de paletes, encurtando espaços e gerando maior comodidade, principalmente para quem não gosta de manobrar.

Iniciativa privada aproveita um grande flanco deixado pelo estado.

Prédio de Estacionamento.

No Brasil, um dos ramos comerciais que vem sofrendo maior crescimento é das empresas de estacionamento privado. Em 2014, essa evolução foi de 24%. Para 2015, os especialistas dizem que ele deverá continuar avançando, mesmo com a crise econômica que afeta o país. A grande justificativa para esse quadro é a necessidade que um alto contingente de pessoas necessita desse serviço. Regiões onde existiam casas antigas ou domicílios abandonados foram colocadas ao chão em prol de construir espaços para estacionar automóveis.

Para alguns especialistas da área, essa necessidade é mais oriunda das administrações públicas do que das empresas privadas. As corporações não-publicas apenas constroem esses espaços justamente pela falta de comprometimento da maioria das entidades que administram as grandes cidades. É muito difícil observar estacionamentos públicos em São Paulo. E se tiver um, na maioria das vezes, ele está recheado de “guardadores de carro”, que na maioria das vezes, são assaltantes disfarçados.

Entretanto, se as organizações públicas não estão organizando, as privadas estão fazendo o serviço, e na maioria das vezes, bem feitos. Existe várias maneiras de estacionamento atualmente. Muitos são em formato tradicional, pavimentado com vagas que, em muitos casos, variam entre curtas e longas. Outros casos essas destinações são mais tranquilas, não tendo essa limitação. Contudo, em ambos os casos é possível verificar excesso de espaço desperdiçado.

Com esse problema à vista, muitas empresas começaram a desenvolver meios criativos para se desvencilhar, agregando qualidades que vão muito além da economia de espaço, mas afetando diretamente o meio ambiente, através da palavra sustentabilidade, mexendo com características pouco trabalhadas hoje em dia, como o termo criatividade.

Alternativas são bem vindas.

Modelo de uso dos paletes em um estacionamento.

Várias empresas do ramo estão comprando espaços pequenos para criar um estacionamento, mas neles é possível verificar uma quantidade de carros estacionados bem maior do que a maioria poderia imaginar. A estratégia tomada foi idealizada por alguns engenheiros Brasileiros, visando diminuir os custos das companhias com o pagamento de impostos sobre o terreno para o governo e vincular o meio ambiente ao automóvel, objeto que tanto degrada esse meio.

Um sistema de trilhos e construído no local, e ao invés da pessoa manobrar seu carro e não aproveitar todo o espaço que a vaga lhe cede, ou reclamar do contrário, ela coloca o automóvel em cima de um apoio feito de paletes, e ele é levado para ocupar um determinado espaço, gerando maior conforto e, ao mesmo tempo, mexendo diretamente com o eixo sustentável que o mundo busca ter atualmente, já que o espaço que boa parte dos carros estacionados deixam iria diminuir, além do reuso coerente de materiais.

A volta da cultura artesã através dos Pallets

Antigamente, os móveis que compunham uma casa, todos os detalhes de construções e demais objetos era aferido por profissionais que faziam essas artes com as suas mãos, de forma caprichada e original, tendo linhas ideológicas diferentes para cada situação. Eles eram os famosos artesãos. Todos as minucias eram realizadas no mais alto critério, determinado, na maioria dos casos, pelas famílias que fazia o pedido. As marcas de obras onde a arte exalava tinha muito antes, mas pouco atualmente.

Nos dias de hoje, as produções dos mais variados objetos ficaram otimizadas. O valor da originalidade de um produto se perdeu com tempo. Obras enriquecidas de detalhes viraram empecilho do que prazer. O mundo se modernizou, tornando as ações mais rápidas e instantâneas. Contudo, ao mesmo tempo, fez com que pedaços importantes da civilização fossem perdidos com a passagem da vida, deixando o ser humano menos detalhista e mais óbvio.

Vários especialistas no ramo psíquico dizem que essa mudança acabou afetando no condicionamento mental do homem. Para a maioria, é melhor ter um objeto de forma rápida do que construí-lo com maior tempo de demora. Contudo, o que a maioria não consegue enxergar, atualmente, é que essa rapidez, na maioria das vezes, pode danificar a concepção de um projeto completo, através da falta de qualidade que, em muitos casos, acaba existindo.

É muito comum observamos vários produtos tendo defeitos graves em suas elaborações. O Recall de carros é um exemplo dos reflexos negativos desse modismo. A falta de percepção e argucia aos detalhes fizeram que o processo qualitativo fosse substituído pelo imediatismo, ocasionando grandes perdas para o ser humano em várias áreas, principalmente no campo da observação. E a tendência é que esse método de vida se virilize pelo mundo como um todo, deixando de lado a importância de uma boa observação.

Contudo, alguns exemplos estão mostrando que essa cultura pode estar voltando. No campo da sustentabilidade, várias pessoas estão aplicando esse conceito para reaproveitar objetos para o seu dia a dia, gerando características importantes, como o senso de criatividade. Vários objetos estão sendo usados para esse meio. Um dos mais contemplados e colocados como modelo são os Pallets Novos, que são retrabalhados para inúmeras atividades.

Produção maximizada = Perda de criatividade.

Linha de Manufatura.

Durante muitos anos, a alta demanda de produtividade extrema acabou ruindo com grande parte da característica humana de pensar e agir com criatividade. Nesse período, boa parte da população se viu num pensamento uniforme, onde os diferentes eram escrachados e excluídos do recinto. Nunca o senso de criar ficou tão rejeitado e deixado para trás como na época da guerra fria. Desenvolver algo novo significada ficar ao lado de alguma vertente política da época. Não se observava o bem geral, e sim, o combate ideológico.

Nesse período, características preciosas do homem se perdeu. Observar uma obra de arte e divagar com ela pelos pensamentos, aguçar a curiosidade, pensar no próximo quando elaborar um projeto, trabalhar com carinho e amor, criando em prol da sua felicidade, não do dinheiro (como é atualmente) foram alguns dos vários detalhes perdidos com o tempo. Antes, ser era mais importante do que ter. Mas nos dias de hoje esses valores se inverteram.

Eles acabaram afetando, de forma direta, vários trabalhos que tinha essa vertente, como o artesanato. Alguns historiadores constatam que foi nessa época que o mundo começou a desenvolver a cultura individualista e do ódio. Pensar numa construção harmônica agindo pela paixão e ganhando seu dinheiro pela obra como um sinal de recompensa pelo bom trabalho é uma essência rara de ser ver hoje em dia. Atualmente, a obrigação pesa muito mais do que um singelo sentimento de carinho pela atividade.

Sustentabilidade, a palavra que significa mudança.

Lojas usando Paletes.

Porém, essa história vem mudando nos últimos anos. Uma das ferramentas capazes dessa reorganização é o significado do termo sustentabilidade. Com a degradação de grandes ecossistemas do planeta, várias pessoas estão reutilizando materiais para a produção de produtos, com diferentes traços, colocando uma métrica original no processo de confecção. Os pallets é o material mais utilizado para a execução dessa regra.

Em várias casas já é possível detectar inúmeros produtos feitos com o material, desde estantes até decoração em jardins. As obras são realizadas por meios artesanais, resgatando uma das características do homem da criatividade. Ela vem sendo empregada em vários lugares, mostrando uma essência completamente distinta ao que grande parte da população mundial se acostumou a viver. Ser diferente, hoje em dia, não é crime, é salvação!

Pallets e meio ambiente, uma amizade perfeita

Um dos assuntos mais discutidos no mundo atual é a preservação do planeta relacionado ao meio ambiente. De acordo com vários estudos, o mundo vem perdendo algumas propriedades importantes em relação ao clima. Muitos países estão sofrendo verdadeiros destemperos na temperatura comparado a anos anteriores. Para alguns cientistas, a tendência é desses desequilíbrios aumentarem, caso o homem não faça sua parte nesse controle.

Dentre vários motivos que estão acarretando esses ruídos, um dos mais sentidos e de fácil observação por qualquer pessoa é o acumulo de lixo. Tantos os componentes orgânicos como inorgânicos vem crescendo anualmente, acompanhando o crescente número de moradores no planeta. Associado a isso, a falta de um ensinamento correto sobre o que se jogar fora, processo de reutilização desses objetos está em escassez no mundo.

São poucos os cidadãos que tem esse ensinamento e o aplica diariamente em ações simples, como jogar um papel na lixeira correta. Mas sem tal conduta, vários exemplos negativos podem ser observados, desde o jogar de lixo como restos de móveis em córregos, até o abandono da higiene em recintos como o banheiro. Mexer nesse meio, ultimamente, se tornou uma ação importante e necessária para o bem do planeta.

Inúmeros materiais começaram a servir como objetos de estudo para traçar uma linearidade no tratamento do lixo. E nesse meio, várias propriedades foram diagnosticadas, o que acarretou no desenvolvimento da coleta seletiva e a primeira ação visando domesticar a população sobre o bem que a reciclagem faz para a humanidade. Essa iniciativa fez, como faz sucesso até hoje em regiões periféricas e centrais.

Porém, mais do que reorganizar o elo educacional existente no meio, esse processo acabou afetando no desenvolvimento de um novo pensamento associado a reciclagem, que é a criação de utensílios, baseando-se na reutilização de materiais. Essa ideia é abraçada até hoje por várias pessoas, tendo muito sucesso com alguns objetos, entre os principais se encontram os pallets.

Agir com naturalidade é ser do bem.

Espaço de lazer num parque aberto.

No mundo, a ideia de sustentabilidade vem cativando cada dia mais fãs, trazendo nessa convicção pessoas que rejeitavam a ideia, imaginando que ela funcionasse como um processo retroativo ao avanço da vida. E essa linha de pensamento é ainda mantida por muitas famílias no mundo todo. Boa parte delas considera que essa ideologia agrega sentimentos que possam “rebaixar” uma pessoa dentro da sociedade. Ou seja, não a aplica por ego.

Entretanto, algumas empresas do ramo da moda vêm desenvolvendo ideias que buscam modificar essa forma de pensar. Várias roupas estão sendo customizadas reutilizando plásticos de garrafas pet. Em outros casos, a decoração completa de uma casa está sendo elaborada com retalhos de pallets. Nos ambientes externos, tubos de PVC, ou canos de aço são utilizados para a construção de ambientes para crianças se divertirem.

A consciência dessa ideia está sendo associada e entendida aos poucos. Muitos lincam a palavra sustentabilidade ao meio ambiente de forma direta. Mas ela deve ser condicionada as ações que todos nós tomamos no dia a dia. Jogar lixo na lixeira é uma demonstração de sustentabilidade, comer de forma adequada é um meio sustentável, comprar somente o necessário para usar também faz parte do significado dessa simples e tocante palavra.

Pensamento quadrado, o mundo já sabe como é.

Represa sem água. Falta de Sustentabilidade.

Durante muitos anos, o planeta pensou no meio ambiente como um instrumento que o homem poderia usar de forma eterna e sem equilíbrio. Poucos tiveram a percepção que a natureza manda no homem, não vice-versa. Por muito tempo, a classe humana colocou como umas das premissas de vida conseguir dominar as forças da natureza, através de mecanismos traiçoeiros e individualistas.

A briga pela posse da água é um grande exemplo atual. No Brasil, a principal cidade do país, São Paulo, vem passando por uma verdadeira escassez aquífera. Um dos motivos que gerou esse grave problema foi a falta de cuidados que muitos políticos tiveram com a natureza. Leitos de represas foram tomados por residências clandestinas, a água teve má administração, a ponto do governador do estado, Geraldo Alckmin, não ter tido a coragem de falar a verdade, muito antes do ruído eclodir.

Essa mesma situação pode ser empregada em outros exemplos, como o excesso de asfaltamento em vários lugares das grandes cidades e a falta de conscientização do verdadeiro significado da palavra sustentabilidade. Enquanto houver o pensamento materialista sobre ser o melhor, dificilmente o mundo conseguirá diminuir esse problema tão grave.

Sofá de Paletes – Um exemplo de reciclagem no meio mobiliário

Um dos maiores sonhos que várias famílias almejam em suas empreitadas é comprar uma casa e mobilhar ela por completo. Cada cômodo tendo um toque especial da essência que toma conta daquele recinto, mostrando, em detalhes, como é a personalidade de cada pessoa que more nesse recinto, transcrevendo uma identidade através de simples apetrechos.

Comprar quadros, raques, mesas, camas é algo normal para a maioria dos Brasileiros. O número de especialistas na área de decoração teve grande crescimento nos últimos anos. A exigência da maioria das famílias por planejar um ambiente que transmita os princípios básicos que norteiam a casa vem sendo ratificado a cada ano com maior veemência.

Nesse interim, um dos setores que mais se beneficia dessa onda é o mobiliário. Vários utensílios estão sendo feitos em ritmos frenéticos para todos os cômodos de uma casa, desde armários até prateleiras. Boa parte das famílias compram ele de forma sortida, por ser mais barato. Contudo, o índice de móveis planejados, nos últimos anos, sofreu forte avanço.

Porém, muitos pensam como os móveis podem se adequar no espaço, a qualidade do material que está sendo usado, entre outros pontos. Mas quase ninguém se lembra da reutilização que alguns materiais poderiam exercer nessas analises. Um exemplo claro dessa afirmação é o famoso, criativo e confortável sofá de paletes.

Reciclar é transparecer inteligência no meio da ignorância.

Casa construída com materiais recicláveis

Quando caminhamos por regiões com aspectos socioeconômicos diferentes no Brasil, nós podemos reparar a grande diferença que existe na decoração interna de uma casa. Em uma cidade é possível encontrar vários polos distintos. Em São Paulo, ao mesmo tempo que podemos observar verdadeiras mansões acarpetadas, existe as simples casas, feitas através de materiais já usados para outras atividades.

O processo de reciclagem é cada dia mais visível em muitas casas do país. Vários móveis são reutilizados para outras funções. Desde prateleiras de plástico PET, até sofá de paletes qualquer cidadão consegue verificar. Na cultura da sociedade, uma residência que legitima esses artigos, pertence a uma classe “pobre financeiramente”, mas rica culturalmente.

Paradigmas servem para ser derrubados.

Reutilização de materiais com inteligencia e bom humor.

No Brasil, existe um gigante paredão que determina uma triste e violenta ruptura social, que pode ser vista em vários exemplos diários e reais. Quando abrimos revistas sobre o mundo dos famosos, as imagens que são estampadas transparecem aos nossos olhos verdadeiros palacetes, com móveis clássicos ou modernos, cheio de pomposidade e glamour.

Todavia, se a imagem fosse oposta a elucidada no parágrafo acima, dificilmente ela seria exaltada e “encantaria” tanto. O que ocorre é que essa cultura enfatiza alguns pontos de pouca valia e muita enganação ao leitor, como transparecer que uma casa bem infraestrutura e harmoniosa é aquela que tem todos os móveis novos, bem cuidados e brilhando a sofisticação.

Infelizmente, o pensamento dos cidadãos que segue essa ideologia está muito errado e antiquado para o momento atual do planeta, onde a palavra sustentabilidade se faz presente em qualquer discussão. Uma casa elogiável é aquela que sabe dar valor a qualquer material presente nela, e isso quer dizer saber reaproveitar cada material, aguçar a criatividade e mostrar que é possível organizar ambientes domésticos com classe e alegria dessa forma.

Agir de forma pura gera criatividade.

Portanto, é importante pensar, antes de qualquer avaliação, como se encontra a sociedade do mundo atual referente a reutilização de materiais. Não é feio reciclar. Ao contrário, é mais bonito do que mostrar palacetes brilhosos, mas ultraconservadores, na maioria das vezes. Ser inteligente é pensar no próximo, reaproveitando materiais, construindo o senso da organização e criatividade em ações simples como essa.

Dos paletes de madeira ao concreto, o skate e a construção de sua história.

Uma das modalidades esportivas que mais crescem no Brasil é o Skate. Durante muitos anos, o passatempo das quatro rodinhas foi rejeitado por grande parte da sociedade. Muitos o viam como uma espécie de esporte rebaixado, da periferia, dos rappers, drogados. As rejeições eram altíssimas, dos mais variados níveis, sem projeções.

Porém, este cenário começou a mudar radicalmente a partir dos anos 2000. Os demais esportes, principalmente o futebol, começavam a sofrer pequenas quedas de popularidade, e a economia dava flancos de crescimento. Se aproveitando dessas ações, os skatistas começaram a quebrar os paradigmas passados e se estabelecerem no Brasil.

Atualmente, seus adoradores crescem ano após ano. O número de competições triplicou, junto com a elevação de esportistas no ramo. Contudo, boa parte desse fanatismo ocorreu pela forma que a modalidade foi se estruturando no país. Sem apoio e dinheiro, boa parte das pistas de skate e seus obstáculos eram feitas com vários materiais, dentre eles tubos e aço e paletes de madeira.

Um bom lutador vence com o tempo e nos pequenos detalhes.

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Qualquer novidade para se iniciar no Brasil e marcar presença, ela tem que passar por verdadeiros testes de resistência. O Skate é um exemplo disso. Por muito tempo, várias cidades deixaram de abastecer o sonho de vários praticantes, não construindo espaços adequados para a o desenvolvimento da modalidade.

O ruído era tamanho, que acabou impactando, diretamente, na rejeição de boa parte da população nos anos 90 para o esporte. Contudo, a luta pela afirmação do skate em território nacional não havia acabado, e a estratégia foi agir de forma autônoma e construir a pista e seus obstáculos com as próprias mãos, em meio a uma acentuada crise econômica.

Durante anos, pequenos lugares foram levantados, e o esporte começava a se disseminar. O que mais encantava as pessoas de fora eram os sensos de criatividade aplicados na concepção das pistas, com pouco dinheiro e muita vontade.

Com união, a criatividade aparece.

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Vários obstáculos foram confeccionados de materiais simples, como paletes de madeira. Porém, o uso deles foi extremamente aproveitável e benéfico. Uma enorme quantidade de obstáculos fora criada, pistas de madeira tiveram suas construções com a perfeição semelhante a de um arquiteto profissional. O esporte ganhava ares de superação e união.

Atualmente, a modalidade agrega cerca de 6 milhões de praticantes no país e quase o dobro de admiradores. O Brasil concentra uma das três maiores nações skatistas do planeta, e detém vários troféus e reconhecimentos internacionais devido aos grandes talentos que brotam dessa essência lutadora.

A fuga da realidade pode ser uma saída para o fim dos intermináveis problemas

Em suma, o skate, para a maioria dos jovens, virou um símbolo de luta, garra, determinação e anseio pelo sucesso, com predicados humildes, simples e correto, mostrando que os praticantes do esporte anseiam por mudar a concepção do pensamento brasileiro em relação as modalidades desportivas, elucidando que o sistema atual precisa mudar, para a alegria dos esportistas e aqueles que amam praticar atividades físicas.

Os paletes e suas muitas utilizações

Para quem tem o hábito de observar portos e armazéns ao redor do Brasil e do mundo todo, uma peça chama muita atenção, especialmente pela quantidade e pela função que exercem dentro do cenário: os paletes de madeira.

Pois é sobre estes paletes de madeira que vamos falar um pouco mais hoje, para mostrar como estas peças possuem muitas funções e utilizações, que atualmente, atingem muito mais do que apenas transportar e armazenas produtos importantes para a economia dos países.

E vamos falar destes paletes com especial foco em um dos modelos, que é considerado um padrão de paletes de madeira especialmente criados para o mercado brasileiro. Estamos falando dos paletes PBR, que são os paletes que foram criados por brasileiros para atender às necessidades das empresas brasileiras. Continue lendo “Os paletes e suas muitas utilizações”

Uma descoberta e tanto para a decoração

 

Muito comuns em diversos portos e armazéns do Brasil inteiro e também de todo o mundo, os paletes de madeira são peças fundamentais e essenciais para o funcionamento destes dois ambientes tão importantes para a economia de todas as nações.

Os paletes de madeira ajudam a levar produtos essenciais para o desenvolvimento das nações do mundo todo, e estão presentes na lista de peças importantes para uma economia fluir naturalmente para o que se entende por crescimento econômico sustentável e consolidado.

Pois há diversas variedades de paletes de madeira, sendo que, ao menos no mundo ocidental, a mais comum de todas atende pelo nome de paletes euro, que, como o próprio nome já sugere, têm suas origens no continente europeu, de onde partiram para o mundo todo há mais de três décadas. Continue lendo “Uma descoberta e tanto para a decoração”