Pallets e segurança andam juntos

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Quando caminhamos por um ambiente de depósito, onde é possível observar espaços para estocar produtos, peças, um dos aspectos mais comuns que uma pessoa de fora observa é a sujeira existente no local. A alta movimentação existente no recinto faz com que o acumulo de pó e outros dejetos apareçam pelos corredores, causando essa sensação. Muitas empresas fazem um serviço de limpeza, mas a maioria sequer observa com maior detalhamento esse ponto.

Em momentos de auditoria, essas atitudes discorrem com maior frequência. Mas após esse evento, dificilmente há um programa capaz de eliminar esse ruído. Várias companhias já foram processadas, por colaboradores, devido ao alto índice de acidentes que essa sujeira pode ocasionar. Na maioria dos casos, uma sujeira que aparenta simplicidade, tem graus completamente distintos, principalmente no campo da segurança.

Nesse leque, outros pontos cabem uma avaliação mais criteriosa pelas companhias do ramo, como a falta de organização no estoque de materiais, não uso dos EPI’s corretos, falta de treinamento no manuseio de empilhadeiras, entre outros. Boa parte desses acidentes ocorrem por essas falhas, que são associadas a falha de observação, principalmente no recebimento dessas mercadorias. A falta de análise dos pallets que elas são colocadas.

Para boa parte dos casos, eles se encontram em estado deteriorável, saindo lascas, desgastados com a falta de cuidado ou o seu alto uso. Nesses espaços, caminhar entre pilhas de estoque é mais do que comum. E de repente, a pessoa deixa de observar um estrado quebrado, ou não verifica uma fagulha de madeira e ai o acidente ocorre. Em muitos casos são quedas e cortes volumosos, gerando um grande estresse nesse interim.

O número de afastamentos por conta disso chega a quase 3% anualmente em fabricas que trabalham com este composto. O tempo de absenteísmo alcançado por um funcionário com ferimento oriundo desse meio varia de 5 até 15 dias, gerando dois prejuízos a companhia, a perda de credibilidade e o afastamento do funcionário, ocasionando na perda de qualidade, devido à falta dele.

Ser focado, algo que não ocorre muito.

Pallets quebrados.

A observação em torno da qualidade dos pallets que estará sendo usado tem que ser feita com muita assiduidade pela companhia que o usa. Um material do gênero pode durar anos, dependendo do zelo aplicado nela. Muitas empresas não cuidam, diminuindo sua durabilidade, além de afetar outros aspectos, como qualidade do material e a garantia do mesmo para qualquer tipo de adversidade.

Boa parte das empresas que trabalham no ramo oferece vários certificados comprovando que o processo de manufatura aplicado em sua feição foi realizado dentro das normas vigentes. As companhias que não elucidarem esses detalhes devem ser deixadas de lado e inclusive denunciadas, pois elas desgastam o setor, aplicando produtos de baixa qualidade, que não segue as diretrizes do segmento.

Optar pelo barato, muitas vezes, não é um bom negócio. Evidentemente que a busca pelo equilíbrio em questionamentos como preço e qualidade deve ser angariado. Companhias que trabalham com admiração e respeito pelo cliente oferece essa junção, com tranquilidade e de forma clara, objetiva, sem maiores delongas. Porém, a característica principal que deve nortear sua aquisição é o tipo de material aplicado na confecção de um pallet e sua benfeitoria, visando o futuro.

Adaptações são fundamentais.

Pallet sendo arrumado.

Muitas corporações do ramo de pallets estão, cada dia mais, adaptando suas acomodações industriais para a efetivação de um modelo produtivo seguro, durável e firme. Todo esse processo está sendo sugerido pelas empresas que usam o material como base de sustentação na qualidade de uma peça, o que pode afetar toda uma linha produtiva, independentemente do ramo.

Um exemplo que podemos mencionar é referente a uma indústria automotiva. Para o carro sair 100% perfeito de uma linha de produção, é necessário que todo o seu processo ocorra de forma limpa e sem erros. Essa cadeia funciona desde a vinda dos fornecedores até o processo final de checagem do automóvel.

Agora imaginamos que os pallets que estão carregando uma caixa de peça estejam a ponto de quebrar, e no momento em que ele é colocado na área de estocagem, ele quebra. Além da perda de peças danificadas, a companhia terá que arcar com uma queda na sua produção por conta de tal ruído. No final das contas, a empresa que ficou responsável pelo transporte pagará o pato, tendo que repor o valor delas ou até rompendo contrato.

Para que isso não ocorra, a checagem do material é fundamental. Quanto mais zelo e assiduidade, melhor para a sustentabilidade da companhia, em questões como a sua credibilidade, respeito e admiração, das empresas que contrata seu serviço até os funcionários que trabalham nesse processo.

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