O uso de paletes para estacionamentos

Um dos problemas mais costumeiros nas grandes cidades são referentes ao número de vagas que podem ser em estacionamentos. Regiões centrais, onde a movimentação de pessoas é alta, fica muito difícil de encontrar uma vaga para estacionar um carro. Vários especialistas do ramo de locomoção urbana afirmam que esse déficit é um dos vetores que impulsionam o não desenvolvimento de bairros localizados no centro de grandes cidades, pois a comodidade se torna mínima, perto de um ruído tão grande e desafiador como esse.

Várias cidades como São Paulo sofre diariamente com esse problema. Durante a semana é muito difícil encontrar vagas de estacionamento. A partir das 06h00 da manhã, a disputa fica intensa. Muitos bairros como Republica, Pedro Segundo e Santa Cecilia deixam de absorver uma clientela maior justamente por conta desse problema. A prefeitura da cidade busca saídas alternativas para diminuir esse ruído, mas grande parte deles não tem sucesso.

Dentre as atuações, uma das que mais ficam enraízas é o investimento pesado no transporte público. A cidade de São Paulo tem uma das maiores frotas de ônibus públicos do mundo. Contudo, tem poucos quilômetros de metro. Essa situação gera verdadeiros colapsos no transito local, afetando várias situações, principalmente no campo comercial. Os bairros do centro vêm sofrendo forte desvalorização imobiliária a quase 20 anos, justamente pela falta de investimento na região.

Com isso, a rentabilidade de muitas lojas fica comprometida, sendo obrigadas a fechar, afetando toda uma cadeia empregatícia e econômica. Segundo alguns índices, o centro de São Paulo vem sofrendo com uma queda assídua no número de habitantes e lojas desde os anos 90. Muitos ambientalistas dizem que uma das fontes mais seguras de trazer a velha áurea progressista para a região é justamente fazendo algumas intervenções urbanísticas, como a abertura de estacionamentos verticais.

Todavia, a falta de espaço se torna o grande vilão dessa vez. O índice demográfico do centro de São Paulo registra que 97% de sua região é tomada por construções verticais, sobrando apenas 3% de espaço, onde se localiza praças e outros lugares verdes. Mas algumas saídas estão sendo construídas nos últimos anos, visando diminuir esse impacto. Alguns engenheiros estão criando estacionamentos em formato de trilhos, onde a base para a colocação do automóvel é feita através de paletes, encurtando espaços e gerando maior comodidade, principalmente para quem não gosta de manobrar.

Iniciativa privada aproveita um grande flanco deixado pelo estado.

Prédio de Estacionamento.

No Brasil, um dos ramos comerciais que vem sofrendo maior crescimento é das empresas de estacionamento privado. Em 2014, essa evolução foi de 24%. Para 2015, os especialistas dizem que ele deverá continuar avançando, mesmo com a crise econômica que afeta o país. A grande justificativa para esse quadro é a necessidade que um alto contingente de pessoas necessita desse serviço. Regiões onde existiam casas antigas ou domicílios abandonados foram colocadas ao chão em prol de construir espaços para estacionar automóveis.

Para alguns especialistas da área, essa necessidade é mais oriunda das administrações públicas do que das empresas privadas. As corporações não-publicas apenas constroem esses espaços justamente pela falta de comprometimento da maioria das entidades que administram as grandes cidades. É muito difícil observar estacionamentos públicos em São Paulo. E se tiver um, na maioria das vezes, ele está recheado de “guardadores de carro”, que na maioria das vezes, são assaltantes disfarçados.

Entretanto, se as organizações públicas não estão organizando, as privadas estão fazendo o serviço, e na maioria das vezes, bem feitos. Existe várias maneiras de estacionamento atualmente. Muitos são em formato tradicional, pavimentado com vagas que, em muitos casos, variam entre curtas e longas. Outros casos essas destinações são mais tranquilas, não tendo essa limitação. Contudo, em ambos os casos é possível verificar excesso de espaço desperdiçado.

Com esse problema à vista, muitas empresas começaram a desenvolver meios criativos para se desvencilhar, agregando qualidades que vão muito além da economia de espaço, mas afetando diretamente o meio ambiente, através da palavra sustentabilidade, mexendo com características pouco trabalhadas hoje em dia, como o termo criatividade.

Alternativas são bem vindas.

Modelo de uso dos paletes em um estacionamento.

Várias empresas do ramo estão comprando espaços pequenos para criar um estacionamento, mas neles é possível verificar uma quantidade de carros estacionados bem maior do que a maioria poderia imaginar. A estratégia tomada foi idealizada por alguns engenheiros Brasileiros, visando diminuir os custos das companhias com o pagamento de impostos sobre o terreno para o governo e vincular o meio ambiente ao automóvel, objeto que tanto degrada esse meio.

Um sistema de trilhos e construído no local, e ao invés da pessoa manobrar seu carro e não aproveitar todo o espaço que a vaga lhe cede, ou reclamar do contrário, ela coloca o automóvel em cima de um apoio feito de paletes, e ele é levado para ocupar um determinado espaço, gerando maior conforto e, ao mesmo tempo, mexendo diretamente com o eixo sustentável que o mundo busca ter atualmente, já que o espaço que boa parte dos carros estacionados deixam iria diminuir, além do reuso coerente de materiais.

O crescimento do mercado de paletes

Em meio a recessão econômica brasileira, um dos setores que consegue registrar forte evolução em 2015 é o mercado de paletes. Estimativas realizadas por algumas entidades afirmam que esse ramo foi um dos poucos que não sofreram com a queda na confiança econômica Brasileira. Várias outras ramificações, como a automobilística e alimentícia sofrem com perdas, mas necessita manter seu padrão de qualidade no estoque dos produtos, mantendo aquecido a fronde, criando um grande paradoxo.

Muitas companhias do segmento observam essa queda como uma chance de colocar, ainda mais, a importância do seu produto. Uma das estratégias traçadas para enfrentar essa crise é mostrar detalhes que, na maioria das vezes, passas desapercebidos, espalhando essas informações para todas as classes sociais. Por exemplo, se um arroz for estocado guardando-o direto no chão, ele pode rasgar e contaminar todo o produto. Com um palete, essa situação dificilmente ocorreria.

Os especialistas da área de marketing descrevem que essa nova onda para o ramo mostra que ações simples e uma comunicação transparente pode reverter resultados negativos, se transformando numa grande saída para qualquer corporação. A grande diferença é que poucas entidades estão aplicando essa conduta, afetando de forma direta no tempo de recuperação da companhia defronte ao mercado em queda.

Contudo, o que mais surpreende os marqueteiros é o surgimento de um novo público para a compra desse material. Várias academias, empresas de móveis e entidades públicas estão fazendo, corriqueiramente, aquisições dele. A sua utilidade para vários ramos se dissolveu de forma muito positiva nos mais variados ramos da sociedade, transformando o palete numa ferramenta de defesa a cultura sustentável.

Por vários lugares das grandes cidades, é possível verificar a construção de vários ambientes de recreação usando o material para diversas ações, desde espreguiçadeiras até cadeiras de balanço. A mesma coisa pode ser vista nas indústrias que confeccionam imóveis. Vários apoios de sofá, estrutura de mesas e bases de camas estão sendo realizados com a ajuda desse mecanismo, elucidando que toda crise é uma chance de fazer algo criativo e marcante.

As modificações culturais com os paletes.

Trabalhador executando suas atividades com os paletes.Nos anos 80 e 90, a produção de paletes para Indústria no Brasil era alta e maciça. Contudo, poucas pessoas sabiam de sua utilidade. Muitos chegavam a observa-las nos supermercados servindo como apoio para a colocação de bebidas a venda, como cervejas e refrigerantes. O aspecto sujo que o material transmitia, associado com seu mal uso, fez dele um objeto rejeitado para muitos. Os lugares que deixassem ele exposto, era tido como um ambiente mal organizado e sujo.

Todavia, várias frentes ambientais resolveram mudar essa história, mostrando para a população que o palete era um material importante em várias situações, e que um bom cuidado somado com sua reutilização coerente e barata faria dele um diferencial em qualquer ambiente. A ideia foi demorada para ser aceita, mas aos poucos ela começou a ser incorporada no dia a dia da sociedade, em lugares que poucos imaginam.

Caminhando por várias casas, é possível ver a confecção de raques feitas integralmente de paletes. A mesma situação é presenciada em outros móveis, como armários e estratos de cama. Atualmente, sua utilização é vista como um novo artigo de moda, se transformando num objeto modernista para o ambiente doméstico. Ao invés de ser um utensilio escondido e desprezado, ele se tornou em um dos destaques, transparecendo naturalidade e respeito pela natureza.

Ter um palete conservado virou moda.

Em detalhes, paletes conservados.Durante essa modificação cultural, as empresas passam por mudanças ideológicas também. A conservação do material virou norma, somado com a importância do mesmo. Antes, em uma corporação automotiva, era possível observar eles jogados por corredores, empoeirados, sem nenhum cuidado. Boa parte das administrações a via como um apoio “irrisório” para o processo produtivo.

Porém, essa história começou a mudar quando surgiu novas normas para sua produção, afetando seu desenho e estrutura. Durante muito tempo, observar um palete era como se o material fosse mais um empecilho do que uma ajuda. Agora, todas as empresas procuram fabricantes do ramo que produzam o material com qualidade e confiabilidade, e isso se emprega em qualquer ramo industriário.

Essa mudança ocorreu por conta da forte cobrança que as pessoas faziam sobre os produtos produzidos, principalmente se eles vinham com erros. Por exemplo, se uma lata de leite condensado viesse furada, o mercado seria diretamente culpado por isso. E a partir disso, uma série de observações seria realizada para verificar se a qualidade do recinto era correta, nos campos de higiene, zelo e organização.

Todos os detalhes seriam observados, até a estrutura dos paletes, pois pode ter sido eles os responsáveis pelo furo da lata. Para se precaver buscando eliminar possíveis erros bobos, as minucias como adquirir novos materiais do ramo e mantê-los bem conservados se faz presente nos dias atuais.

Pallets e segurança andam juntos

Quando caminhamos por um ambiente de depósito, onde é possível observar espaços para estocar produtos, peças, um dos aspectos mais comuns que uma pessoa de fora observa é a sujeira existente no local. A alta movimentação existente no recinto faz com que o acumulo de pó e outros dejetos apareçam pelos corredores, causando essa sensação. Muitas empresas fazem um serviço de limpeza, mas a maioria sequer observa com maior detalhamento esse ponto.

Em momentos de auditoria, essas atitudes discorrem com maior frequência. Mas após esse evento, dificilmente há um programa capaz de eliminar esse ruído. Várias companhias já foram processadas, por colaboradores, devido ao alto índice de acidentes que essa sujeira pode ocasionar. Na maioria dos casos, uma sujeira que aparenta simplicidade, tem graus completamente distintos, principalmente no campo da segurança.

Nesse leque, outros pontos cabem uma avaliação mais criteriosa pelas companhias do ramo, como a falta de organização no estoque de materiais, não uso dos EPI’s corretos, falta de treinamento no manuseio de empilhadeiras, entre outros. Boa parte desses acidentes ocorrem por essas falhas, que são associadas a falha de observação, principalmente no recebimento dessas mercadorias. A falta de análise dos pallets que elas são colocadas.

Para boa parte dos casos, eles se encontram em estado deteriorável, saindo lascas, desgastados com a falta de cuidado ou o seu alto uso. Nesses espaços, caminhar entre pilhas de estoque é mais do que comum. E de repente, a pessoa deixa de observar um estrado quebrado, ou não verifica uma fagulha de madeira e ai o acidente ocorre. Em muitos casos são quedas e cortes volumosos, gerando um grande estresse nesse interim.

O número de afastamentos por conta disso chega a quase 3% anualmente em fabricas que trabalham com este composto. O tempo de absenteísmo alcançado por um funcionário com ferimento oriundo desse meio varia de 5 até 15 dias, gerando dois prejuízos a companhia, a perda de credibilidade e o afastamento do funcionário, ocasionando na perda de qualidade, devido à falta dele.

Ser focado, algo que não ocorre muito.

Pallets quebrados.

A observação em torno da qualidade dos pallets que estará sendo usado tem que ser feita com muita assiduidade pela companhia que o usa. Um material do gênero pode durar anos, dependendo do zelo aplicado nela. Muitas empresas não cuidam, diminuindo sua durabilidade, além de afetar outros aspectos, como qualidade do material e a garantia do mesmo para qualquer tipo de adversidade.

Boa parte das empresas que trabalham no ramo oferece vários certificados comprovando que o processo de manufatura aplicado em sua feição foi realizado dentro das normas vigentes. As companhias que não elucidarem esses detalhes devem ser deixadas de lado e inclusive denunciadas, pois elas desgastam o setor, aplicando produtos de baixa qualidade, que não segue as diretrizes do segmento.

Optar pelo barato, muitas vezes, não é um bom negócio. Evidentemente que a busca pelo equilíbrio em questionamentos como preço e qualidade deve ser angariado. Companhias que trabalham com admiração e respeito pelo cliente oferece essa junção, com tranquilidade e de forma clara, objetiva, sem maiores delongas. Porém, a característica principal que deve nortear sua aquisição é o tipo de material aplicado na confecção de um pallet e sua benfeitoria, visando o futuro.

Adaptações são fundamentais.

Pallet sendo arrumado.

Muitas corporações do ramo de pallets estão, cada dia mais, adaptando suas acomodações industriais para a efetivação de um modelo produtivo seguro, durável e firme. Todo esse processo está sendo sugerido pelas empresas que usam o material como base de sustentação na qualidade de uma peça, o que pode afetar toda uma linha produtiva, independentemente do ramo.

Um exemplo que podemos mencionar é referente a uma indústria automotiva. Para o carro sair 100% perfeito de uma linha de produção, é necessário que todo o seu processo ocorra de forma limpa e sem erros. Essa cadeia funciona desde a vinda dos fornecedores até o processo final de checagem do automóvel.

Agora imaginamos que os pallets que estão carregando uma caixa de peça estejam a ponto de quebrar, e no momento em que ele é colocado na área de estocagem, ele quebra. Além da perda de peças danificadas, a companhia terá que arcar com uma queda na sua produção por conta de tal ruído. No final das contas, a empresa que ficou responsável pelo transporte pagará o pato, tendo que repor o valor delas ou até rompendo contrato.

Para que isso não ocorra, a checagem do material é fundamental. Quanto mais zelo e assiduidade, melhor para a sustentabilidade da companhia, em questões como a sua credibilidade, respeito e admiração, das empresas que contrata seu serviço até os funcionários que trabalham nesse processo.

Pallets e meio ambiente, uma amizade perfeita

Um dos assuntos mais discutidos no mundo atual é a preservação do planeta relacionado ao meio ambiente. De acordo com vários estudos, o mundo vem perdendo algumas propriedades importantes em relação ao clima. Muitos países estão sofrendo verdadeiros destemperos na temperatura comparado a anos anteriores. Para alguns cientistas, a tendência é desses desequilíbrios aumentarem, caso o homem não faça sua parte nesse controle.

Dentre vários motivos que estão acarretando esses ruídos, um dos mais sentidos e de fácil observação por qualquer pessoa é o acumulo de lixo. Tantos os componentes orgânicos como inorgânicos vem crescendo anualmente, acompanhando o crescente número de moradores no planeta. Associado a isso, a falta de um ensinamento correto sobre o que se jogar fora, processo de reutilização desses objetos está em escassez no mundo.

São poucos os cidadãos que tem esse ensinamento e o aplica diariamente em ações simples, como jogar um papel na lixeira correta. Mas sem tal conduta, vários exemplos negativos podem ser observados, desde o jogar de lixo como restos de móveis em córregos, até o abandono da higiene em recintos como o banheiro. Mexer nesse meio, ultimamente, se tornou uma ação importante e necessária para o bem do planeta.

Inúmeros materiais começaram a servir como objetos de estudo para traçar uma linearidade no tratamento do lixo. E nesse meio, várias propriedades foram diagnosticadas, o que acarretou no desenvolvimento da coleta seletiva e a primeira ação visando domesticar a população sobre o bem que a reciclagem faz para a humanidade. Essa iniciativa fez, como faz sucesso até hoje em regiões periféricas e centrais.

Porém, mais do que reorganizar o elo educacional existente no meio, esse processo acabou afetando no desenvolvimento de um novo pensamento associado a reciclagem, que é a criação de utensílios, baseando-se na reutilização de materiais. Essa ideia é abraçada até hoje por várias pessoas, tendo muito sucesso com alguns objetos, entre os principais se encontram os pallets.

Agir com naturalidade é ser do bem.

Espaço de lazer num parque aberto.

No mundo, a ideia de sustentabilidade vem cativando cada dia mais fãs, trazendo nessa convicção pessoas que rejeitavam a ideia, imaginando que ela funcionasse como um processo retroativo ao avanço da vida. E essa linha de pensamento é ainda mantida por muitas famílias no mundo todo. Boa parte delas considera que essa ideologia agrega sentimentos que possam “rebaixar” uma pessoa dentro da sociedade. Ou seja, não a aplica por ego.

Entretanto, algumas empresas do ramo da moda vêm desenvolvendo ideias que buscam modificar essa forma de pensar. Várias roupas estão sendo customizadas reutilizando plásticos de garrafas pet. Em outros casos, a decoração completa de uma casa está sendo elaborada com retalhos de pallets. Nos ambientes externos, tubos de PVC, ou canos de aço são utilizados para a construção de ambientes para crianças se divertirem.

A consciência dessa ideia está sendo associada e entendida aos poucos. Muitos lincam a palavra sustentabilidade ao meio ambiente de forma direta. Mas ela deve ser condicionada as ações que todos nós tomamos no dia a dia. Jogar lixo na lixeira é uma demonstração de sustentabilidade, comer de forma adequada é um meio sustentável, comprar somente o necessário para usar também faz parte do significado dessa simples e tocante palavra.

Pensamento quadrado, o mundo já sabe como é.

Represa sem água. Falta de Sustentabilidade.

Durante muitos anos, o planeta pensou no meio ambiente como um instrumento que o homem poderia usar de forma eterna e sem equilíbrio. Poucos tiveram a percepção que a natureza manda no homem, não vice-versa. Por muito tempo, a classe humana colocou como umas das premissas de vida conseguir dominar as forças da natureza, através de mecanismos traiçoeiros e individualistas.

A briga pela posse da água é um grande exemplo atual. No Brasil, a principal cidade do país, São Paulo, vem passando por uma verdadeira escassez aquífera. Um dos motivos que gerou esse grave problema foi a falta de cuidados que muitos políticos tiveram com a natureza. Leitos de represas foram tomados por residências clandestinas, a água teve má administração, a ponto do governador do estado, Geraldo Alckmin, não ter tido a coragem de falar a verdade, muito antes do ruído eclodir.

Essa mesma situação pode ser empregada em outros exemplos, como o excesso de asfaltamento em vários lugares das grandes cidades e a falta de conscientização do verdadeiro significado da palavra sustentabilidade. Enquanto houver o pensamento materialista sobre ser o melhor, dificilmente o mundo conseguirá diminuir esse problema tão grave.

Os Paletes e tua influencia na decoração domiciliar

Durante muitos anos, várias casas do Brasil foram construídas de maneira bem distintas das atuais. Entre as décadas de 40, 50 e 60, além do espaço interno, os domicílios tinham os famosos e grandes quintais como espaço de recreação para a família residente. Além da união, nesses lugares era possível construir uma família com mais tranquilidade e amor.

A maneira de enfeitar tais lugares variava de acordo com as condições financeiras que determinado grupo social nutria. Em alguns lugares, tais espaços eram compostos de brinquedos, bancos para sentar e um gramado baixo, propício para bons e leves sorrisos. Outros não tinham essas características, mas não deixavam de evidenciar a alegria que fazia parte desses espaços.

Nos dias de hoje, são poucas as casas de detém um grande espaço para relaxamento. A maioria das construções vem sendo concebidas no formato de sobrados, cada dia mais prensadas e diminutas, principalmente no campo da recreação. Mas existem ainda lugares onde tal essência permanece quando a pessoa deixa de comprar a casa pronta, adquirindo primeiro o terreno, para depois erguer o imóvel.

Esse número cresce anualmente, mesmo com a crise econômica que o Brasil atravessa. O planejamento de muitas famílias se estrutura nesse formato objetivo, mas agregador e confortante. Nesse processo, várias pessoas imaginam como será a planta de toda a casa, contando com os materiais de deverão ser utilizados. As ideias são infinitas.

Porém, um dos objetos mais usados na concepção de um domicilio, principalmente observando o campo recreativo, associando natureza com tranquilidade e enfatizando o termo sustentabilidade no espaço são os paletes.

Não é difícil copiar bons exemplos!

Mesa de Centro feita de Palete

Ao caminharmos num jardim botânico, conseguimos observar e sentir a essência da natureza bem próxima de nós, em meio a uma grande cidade, onde as condições ambientais, na maioria das vezes, são opostas. Várias famílias, ao passarem por recintos como esses, buscam trazer inspirações desses lugares e recriarem tais paisagens nos espaços recreativos de suas casas.

Quando entramos em um apartamento, por exemplo, é possível observar, com muita tranquilidade, diminutos espaços onde teremos plantas misturadas, ou uma grande exposição de quadros, bancos para se sentar, gaiolas de pássaros, tapete para gatos, estofados aos cachorros, entre outros detalhes.

Nas casas, o índice de objetos é maior, levando em consideração o tamanho que um ambiente desse tem, comparado ao recinto citado no parágrafo anterior. Nele podemos encontrar vários brinquedos, como escorregadores, cadeiras de balanço. Fora utensílios de profundo relaxamento, vide exemplo cadeiras, churrasqueira.

Os espaços de ambos os lugares podem diferir, mas ambos utilizam vários materiais parecidos em suas concepções, desde a formação de um simples jardim, até a construção de objetos maiores, como balanços e pisos naturais. Um dos principais que podem ser listados são os paletes.

 

Agir com Inteligência, algo que poucos empregam!

Estofados de Cinema feita de Paletes.

Para muitos, durante anos, os estrados de madeira eram usados, exclusivamente, para armazenar produtos de grande porte em espaços de estocagem. Depois disso, dificilmente ele era visto como uma forma de reutilização para outras atividades. A visão de reciclagem foi pouco aplicado durante muitos anos. Mas aos poucos, essa metodologia foi passando por grandes mudanças.

Vários paradigmas existentes para o seu uso começaram a cair por terra. Muitas ações começaram a ser tomadas tendo eles como protagonistas. Inúmeros objetos foram criados graças a sua reutilização, que ratificou a importância do processo de sustentabilidade para o desenvolvimento sadio do planeta.

Além dos paletes, nos dias de hoje, outros objetos são reutilizados para a construção de várias obras, como tubos de aço, PVC, plásticos, molas velhas, entre outros. Ratificando que o processo de reciclagem na estruturação de uma casa não só pode como deve ser aplicado nas construções atuais.

O uso dos Pallets para aquecer o corpo

Aos finais de semana, uma das atividades mas costumeiras que podem ser observadas são as famosas caminhadas. Em várias avenidas de São Paulo, muitas pessoas pegam os sábados e domingos para se exercitarem e manterem a saúde em dia. Os parques da cidade ficam lotados, cheio de harmonia e relaxamento em contato com a natureza, mudando o semblante de inúmeras famílias.

Contudo, na maioria dos exercícios praticados é possível observar um alto número de pessoas que sofrem com dores no meio das atividades. Os médicos dizem que grande parte desses incômodos são oriundos da falta de alongamentos. Boa parte da população não tem o costume de aquecer os músculos para realizar qualquer ação, desde uma simples corrida, até trabalhar.

Dependendo da situação, essas dores começam a se tornar crônicas e viram uma verdadeira dor de cabeça para muitas pessoas. E mais, ela origina dores com um grau de agressividade ainda maior no corpo. Sendo que a maioria desses empecilhos só começaram a ser sentidos anos depois. A maioria reclama que não existe lugares apropriados para a feitura dessas ações.

Por conta disso, vários arquitetos e estudiosos do corpo humano começaram a desenvolver lugares capazes de aparar esse problema, desenvolvendo eles com muita criatividade e sustentabilidade. Na maioria das ruas em São Paulo é possível encontrar pequenos espaços com sustentação de pallets e estrutura tubular para a realização do processo de aquecimento.

União entre natureza e homem é necessário.

Pallets com plantas em São Paulo

Quando num ambiente social o tema falado é referente a ruas e avenidas, a maioria remete esses lugares a trânsito, congestionamento, asfalto, barulho e estresse. Realmente essas palavras tem um grande elo associativo. Mas tais recintos, atualmente, estão começando a carregar novas características, mais enriquecedoras, que está agregando muitas pessoas.

Espaços de lazer, tranquilidade e caminhar são muito comuns verificar nas ruas de São Paulo, ultimamente. Ao todo, milhares de pessoas usam calçadas e outros espaços onde os carros “dominam” e outras características como barulho e estresse imperam. Ciclovias, bancos, lugares para recreação, entre outros, a cada dia está mais costumeiro observar nas ruas paulistanas.

Boa parte dessas construções estão sendo realizadas com pouco dinheiro e muita criatividade. Ao invés de usar materiais caros, degradantes para a natureza, alguns estúdios arquitetônicos, em parceria com a prefeitura, otimizaram espaços e construiu recintos acessíveis e práticos para toda a população com básicos materiais, como pallets e tubos de ferro.

Sustentabilidade é a chave de uma boa saúde.

Parklet em São Paulo

Na maioria dos lugares já é possível observar essas obras contratantes e reverenciadas na cidade. Além dessas beneficiarem a natureza, ajuda o cidadão a praticar atividades exercitais sem ter um grande sofrimento, ou queixas do porque não pratica. Tudo isso ocorre por conta da evolução existente nos meios infraestruturais que a cidade oferece.

Para muitos médicos, essas obras incentivam a pessoa ao praticar os mais variados leques de exercícios. Além do mais, ela fica mais inteirada com as ações do meio ambiente, vendo exemplos de matérias reutilizados nessas construções. Observar pallets servindo como sustentabilidade em um espaço para aquecer os músculos só enfatiza essa tese.

Cuidar da natureza é necessário.

Em suma, é necessário que a maioria das administrações públicas realizem uma espécie de comunhão entre a busca por melhorias nas instalações para o desenvolvimento de exercícios físicos e a interatividade dessa atitude com a natureza. O preconceito em torno do processo reciclável, fomentando a importância da sustentabilidade é fundamental para o progresso do homem atual. Fazer exercícios é muito bom, mas realiza-los num meio sustentável é melhor ainda.

Sofá de Paletes – Um exemplo de reciclagem no meio mobiliário

Um dos maiores sonhos que várias famílias almejam em suas empreitadas é comprar uma casa e mobilhar ela por completo. Cada cômodo tendo um toque especial da essência que toma conta daquele recinto, mostrando, em detalhes, como é a personalidade de cada pessoa que more nesse recinto, transcrevendo uma identidade através de simples apetrechos.

Comprar quadros, raques, mesas, camas é algo normal para a maioria dos Brasileiros. O número de especialistas na área de decoração teve grande crescimento nos últimos anos. A exigência da maioria das famílias por planejar um ambiente que transmita os princípios básicos que norteiam a casa vem sendo ratificado a cada ano com maior veemência.

Nesse interim, um dos setores que mais se beneficia dessa onda é o mobiliário. Vários utensílios estão sendo feitos em ritmos frenéticos para todos os cômodos de uma casa, desde armários até prateleiras. Boa parte das famílias compram ele de forma sortida, por ser mais barato. Contudo, o índice de móveis planejados, nos últimos anos, sofreu forte avanço.

Porém, muitos pensam como os móveis podem se adequar no espaço, a qualidade do material que está sendo usado, entre outros pontos. Mas quase ninguém se lembra da reutilização que alguns materiais poderiam exercer nessas analises. Um exemplo claro dessa afirmação é o famoso, criativo e confortável sofá de paletes.

Reciclar é transparecer inteligência no meio da ignorância.

Casa construída com materiais recicláveis

Quando caminhamos por regiões com aspectos socioeconômicos diferentes no Brasil, nós podemos reparar a grande diferença que existe na decoração interna de uma casa. Em uma cidade é possível encontrar vários polos distintos. Em São Paulo, ao mesmo tempo que podemos observar verdadeiras mansões acarpetadas, existe as simples casas, feitas através de materiais já usados para outras atividades.

O processo de reciclagem é cada dia mais visível em muitas casas do país. Vários móveis são reutilizados para outras funções. Desde prateleiras de plástico PET, até sofá de paletes qualquer cidadão consegue verificar. Na cultura da sociedade, uma residência que legitima esses artigos, pertence a uma classe “pobre financeiramente”, mas rica culturalmente.

Paradigmas servem para ser derrubados.

Reutilização de materiais com inteligencia e bom humor.

No Brasil, existe um gigante paredão que determina uma triste e violenta ruptura social, que pode ser vista em vários exemplos diários e reais. Quando abrimos revistas sobre o mundo dos famosos, as imagens que são estampadas transparecem aos nossos olhos verdadeiros palacetes, com móveis clássicos ou modernos, cheio de pomposidade e glamour.

Todavia, se a imagem fosse oposta a elucidada no parágrafo acima, dificilmente ela seria exaltada e “encantaria” tanto. O que ocorre é que essa cultura enfatiza alguns pontos de pouca valia e muita enganação ao leitor, como transparecer que uma casa bem infraestrutura e harmoniosa é aquela que tem todos os móveis novos, bem cuidados e brilhando a sofisticação.

Infelizmente, o pensamento dos cidadãos que segue essa ideologia está muito errado e antiquado para o momento atual do planeta, onde a palavra sustentabilidade se faz presente em qualquer discussão. Uma casa elogiável é aquela que sabe dar valor a qualquer material presente nela, e isso quer dizer saber reaproveitar cada material, aguçar a criatividade e mostrar que é possível organizar ambientes domésticos com classe e alegria dessa forma.

Agir de forma pura gera criatividade.

Portanto, é importante pensar, antes de qualquer avaliação, como se encontra a sociedade do mundo atual referente a reutilização de materiais. Não é feio reciclar. Ao contrário, é mais bonito do que mostrar palacetes brilhosos, mas ultraconservadores, na maioria das vezes. Ser inteligente é pensar no próximo, reaproveitando materiais, construindo o senso da organização e criatividade em ações simples como essa.

Aumenta a legalidade na extração de madeiras para paletes

Um dos assuntos mais comentados no momento está correlacionado ao termo sustentabilidade. Vários eventos aconteceram nos últimos anos buscando referendar a importância de se viver em parceria com a natureza, de forma limpa e pouco degradante. Muitos países criam resistências, até hoje, com essa linha de pensamento. Mas a maioria das nações apoia a causa.

O significado da palavra sustentabilidade é bem complexo, podendo ser visto por diversos ângulos. Um dos mais abordados se encontra no campo da natureza e sua preservação. Durante séculos o homem usou os recursos naturais de maneira pouco controlável, pensando mais no presente do que em tempos futuros. As causas dessa linha de raciocínio podem ser notadas no aumento da temperatura no planeta e na escassez de bens orgânicos.

Vários ramos do capitalismo vêm sofrendo fortes consequências por conta desse ruído, principalmente o industrial. Muitos processos manufaturados tiveram que passar por intensas mudanças, desde a confecção do produto até sua feitura. A moda atual são os famosos utensílios recicláveis.

Contudo, existem alguns objetos que se utilizam de fontes naturais com parcimônia e balanço, sabendo respeitar a natureza e aplicar a sustentabilidade no seu dia a dia. Um exemplo claro são as escolhas de madeiras para paletes, um mercado exemplar para muitos ambientalistas.

O homem e o desrespeito a natureza ocorrem há muito tempo.

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A busca pelo fim do desmatamento nas florestas de todo o mundo, principalmente a amazônica, ressalta a luta que muitos ambientalistas vêm traçando contra algumas políticas que várias nações estão instituindo referente a sua extração. Em muito dos casos, os principais inimigos dessa empreitada são as grandes indústrias que dependem desse meio para sobreviverem.

Durante muitos anos, o corte de árvores ilegal era feito com muita naturalidade em várias regiões da Amazônia, por conta da fragilidade na segurança da floresta. Várias espécies botânicas e no meio da fauna desapareceram por conta desses ruídos. Mas alguns órgãos de controle, como o IBAMA desenvolveram mecanismos que resolveu, parcialmente, boa parte do problema.

Ter qualidade é trabalhar dentro da lei.

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Muitas ramificações produtivas determinam a qualidade de seus produtos através de selos. A mesma situação foi associada pelo IBAMA no controle do corte de árvores. Toda madeira que for cortada tendo um selo de “legalidade” elevará o nome da empresa, mostrando que ela trabalha de forma correta e produz utensílios através da extração legal de madeira.

Aos poucos o mundo corporativo foi entendendo a importância dessa ratificação. Muitas companhias tiveram perdas consideráveis de lucro por conta disso. Várias empresas começaram a mudar suas ideologias no tratamento com a natureza, legalizando o processo e garantindo uma boa fatia do mercado.

Praticamente tudo que usamos é oriundo da madeira. Ela pode ser observada em móveis e outros objetos. A maioria do eixo industrial já se adaptou a mudança. Contudo, alguns ramos continuam batendo cabeça por conta dessa norma, tendo pequenos avanços, mas importantes. Dentre eles, se encontra a extração de madeiras para paletes.

Os detalhes compõem a qualidade de uma boa peça.

Portanto, é importante verificar, antes de comprar qualquer mercadoria, como foi elaborado o processo de fabricação para determinado material. Esse detalhe é importante para o consumidor observar se a empresa trabalha dentro dos tramites legais. A extração de madeira ilegal pode causar grandes ruídos para a natureza e piorar a qualidade de vida no futuro.

A influência das Medidas de Paletes no sucesso de uma venda

O Brasil é conhecido por ser uma das nações que tem um alto número de supermercados. Ela é colocada como uma das regiões que detém maior computo nesse segmento no mundo. Várias empresas fazem parte desse gigante nicho. Redes multinacionais como o Carrefour e Wal-Mart conseguem ter um alto faturamento em terras tupiniquins. Outras marcas como Pão de Açúcar, extra e sonda mantem um alto processo de crescimento.

Na maioria das gondolas, o consumidor encontra um variado leque de produtos, passando por todos os segmentos da vida humana, que contempla áreas domesticas e demais ramificações. Contudo, alguns utensílios necessitam de um cuidado maior desde a sua estocagem até o momento em que ele for colocado nas prateleiras a venda.

Vários mercados chegam a perder muito dinheiro por conta de ruídos no zelo dos produtos. Muitas das falhas são oriundas de erros humanos e falta de estratégia. Boa parte das mercadorias são guardadas de forma inadequada. O maior exemplo dessa afirmação é direcionado as medidas de paletes.

Muitos querem abrir seu “mercadinho”, mas poucos pensam na sua qualidade.

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Existem, no Brasil, mais de 10.000 supermercados, passando desde os “grandes”, até os famosos mercadinhos. A alta rotatividade nesses lugares é intensa. Boa parte da população chega a ir duas vezes por semana, visando comprar não somente produtos domésticos, mas chegando a realizar outras atividades, como elaborar uma pesquisa de preços e verificar a qualidade do recinto focando-se nas mercadorias.

Algumas pesquisas constatam que algumas redes de supermercados chegam a realizar várias ações ilícitas com os clientes, que foca nos valores e zelo dos produtos. Muitos deles chegam a ser colocados nas gondolas com data de validade passada, amassados, malcheirosos.

Boa parte da população, quando observa tamanhos hiatos na organização interna do mercado, deixam de frequentar o recinto e começam a fazer a famosa propaganda boca a boca com outros clientes, que acaba sendo disseminada e afetando diretamente o seu lucro.

Detalhes mínimos fazem um recinto virar grande e bem reconhecido.

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Observando essa onda crescente, várias redes de supermercados fazem, semanalmente, reuniões internas e com fornecedores, buscando viabilizar uma saída para essa queda na qualidade e mal aceitação do público com a loja.

Um dos resultados que saem desses congressos é o aumento contínuo na fiscalização do armazenamento dos produtos. Pontos importantes, como as medidas de paletes, são checados fielmente, pois se ela não for adequada com o produto que será estocado e ao espaço que a mesma for destinada, dificilmente o supermercado terá algum sucesso nas vendas, podendo chegar a falir.

Crescer, todo mundo quer, mas como fazer para tal, quase ninguém pensa!

Portanto, o aumento da exigência do cliente, correlacionado com o avanço da concorrência, fazem com que várias redes de supermercados no Brasil façam melhorias consideráveis na qualidade de estocagem de seus produtos. Várias pessoas deixam de frequentar um recinto por conta desse ruído, podendo influenciar outros cidadãos a não ir para o lugar, fazendo com que o lucro caia e o insucesso cresça. O país é um grande propulsor no segmento, mas ninguém conseguirá triunfar nessa ramificação de qualquer jeito. É preciso zelo e capricho.

Paletes de madeira e a redução de custos

Dentro dos portos e armazéns do Brasil inteiro, praticamente todos os produtos mais importantes para a economia do país circulam todos os dias, mostrando como esses ambientes podem ser importantes para a lógica do funcionamento da economia do país.

Portanto, vamos entender como esta lógica ficou ainda mais interessante e ainda mais eficiente nos últimos anos, com a utilização dos paletes de madeira com formato padronizado e com tamanho padronizado também, já que eles estão presentes em praticamente todas as situações. Continue lendo “Paletes de madeira e a redução de custos”